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#1 · 11 de julho de 2022, 21:02Citação de TelêSalvador em 11 de julho de 2022, 21:02
Após ser campeão em Wimbledon, o sérvio Novak Djokovic mostrou-se em dúvida nesta segunda-feira quanto a sua presença no US Open, que acontece no final de agosto, já que continua se negando a se vacinar contra a covid-19. No entanto, garantiu que não perdeu as esperanças de poder viajar aos Estados Unidos para disputar o último Grand Slam do ano.
Após ser recebido por milhares de pessoas em Belgrado ao retornar à Sérvia, o tenista de 35 anos declarou que “neste momento” não pode viajar aos EUA, pois o país proíbe a entrada de pessoas não vacinadas em seu território.
“Espero notícias positivas, mas não resta muito tempo. Não sei, a esperança é a última coisa que se perde”, declarou o tenista.
Em janeiro, Djokovic ficou fora do Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam do ano, ao ser deportado do país justamente por não estar vacinado.
“Gostaria de jogar, mas se não puder, não será o fim do mundo, nem o primeiro Grand Slam ao qual tenho que renunciar”, acrescentou ‘Nole’, que afirmou que sua prioridade é “continuar em boa forma física e mental, já que assim será possível jogar durante mais tempo e aproveitar as novas oportunidades” de jogar estes torneios.
Apesar do título de Wimbledon, Djokovic caiu da terceira para a sétima posição no ranking da ATP, já que a organização do circuito masculino decidiu não atribuir pontos de classificação ao torneio devido à exclusão de tenistas russos e bielorrussos em represália à invasão da Ucrânia.
O post Djokovic mantém esperanças de viajar aos Estados Unidos para disputar US Open apareceu primeiro em Gazeta Esportiva.
Após ser campeão em Wimbledon, o sérvio Novak Djokovic mostrou-se em dúvida nesta segunda-feira quanto a sua presença no US Open, que acontece no final de agosto, já que continua se negando a se vacinar contra a covid-19. No entanto, garantiu que não perdeu as esperanças de poder viajar aos Estados Unidos para disputar o último Grand Slam do ano.
Após ser recebido por milhares de pessoas em Belgrado ao retornar à Sérvia, o tenista de 35 anos declarou que “neste momento” não pode viajar aos EUA, pois o país proíbe a entrada de pessoas não vacinadas em seu território.
“Espero notícias positivas, mas não resta muito tempo. Não sei, a esperança é a última coisa que se perde”, declarou o tenista.
Em janeiro, Djokovic ficou fora do Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam do ano, ao ser deportado do país justamente por não estar vacinado.
“Gostaria de jogar, mas se não puder, não será o fim do mundo, nem o primeiro Grand Slam ao qual tenho que renunciar”, acrescentou ‘Nole’, que afirmou que sua prioridade é “continuar em boa forma física e mental, já que assim será possível jogar durante mais tempo e aproveitar as novas oportunidades” de jogar estes torneios.
Apesar do título de Wimbledon, Djokovic caiu da terceira para a sétima posição no ranking da ATP, já que a organização do circuito masculino decidiu não atribuir pontos de classificação ao torneio devido à exclusão de tenistas russos e bielorrussos em represália à invasão da Ucrânia.
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Djokovic mantém esperanças de viajar aos Estados Unidos para disputar US Open
Citação de TelêSalvador em 11 de julho de 2022, 21:02Após ser campeão em Wimbledon, o sérvio Novak Djokovic mostrou-se em dúvida nesta segunda-feira quanto a sua presença no US Open, que acontece no final de agosto, já que continua se negando a se vacinar contra a covid-19. No entanto, garantiu que não perdeu as esperanças de poder viajar aos Estados Unidos para disputar o último Grand Slam do ano.
Após ser recebido por milhares de pessoas em Belgrado ao retornar à Sérvia, o tenista de 35 anos declarou que “neste momento” não pode viajar aos EUA, pois o país proíbe a entrada de pessoas não vacinadas em seu território.
“Espero notícias positivas, mas não resta muito tempo. Não sei, a esperança é a última coisa que se perde”, declarou o tenista.
Em janeiro, Djokovic ficou fora do Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam do ano, ao ser deportado do país justamente por não estar vacinado.
“Gostaria de jogar, mas se não puder, não será o fim do mundo, nem o primeiro Grand Slam ao qual tenho que renunciar”, acrescentou ‘Nole’, que afirmou que sua prioridade é “continuar em boa forma física e mental, já que assim será possível jogar durante mais tempo e aproveitar as novas oportunidades” de jogar estes torneios.
Apesar do título de Wimbledon, Djokovic caiu da terceira para a sétima posição no ranking da ATP, já que a organização do circuito masculino decidiu não atribuir pontos de classificação ao torneio devido à exclusão de tenistas russos e bielorrussos em represália à invasão da Ucrânia.
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Após ser campeão em Wimbledon, o sérvio Novak Djokovic mostrou-se em dúvida nesta segunda-feira quanto a sua presença no US Open, que acontece no final de agosto, já que continua se negando a se vacinar contra a covid-19. No entanto, garantiu que não perdeu as esperanças de poder viajar aos Estados Unidos para disputar o último Grand Slam do ano.
Após ser recebido por milhares de pessoas em Belgrado ao retornar à Sérvia, o tenista de 35 anos declarou que “neste momento” não pode viajar aos EUA, pois o país proíbe a entrada de pessoas não vacinadas em seu território.
“Espero notícias positivas, mas não resta muito tempo. Não sei, a esperança é a última coisa que se perde”, declarou o tenista.
Em janeiro, Djokovic ficou fora do Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam do ano, ao ser deportado do país justamente por não estar vacinado.
“Gostaria de jogar, mas se não puder, não será o fim do mundo, nem o primeiro Grand Slam ao qual tenho que renunciar”, acrescentou ‘Nole’, que afirmou que sua prioridade é “continuar em boa forma física e mental, já que assim será possível jogar durante mais tempo e aproveitar as novas oportunidades” de jogar estes torneios.
Apesar do título de Wimbledon, Djokovic caiu da terceira para a sétima posição no ranking da ATP, já que a organização do circuito masculino decidiu não atribuir pontos de classificação ao torneio devido à exclusão de tenistas russos e bielorrussos em represália à invasão da Ucrânia.
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