Caminho de navegação do fórum - Você está aqui:Comunidade SEVENSEAssuntos sobre o conteúdo do siteGuerra nos bastidores opõe Merced …Guerra nos bastidores opõe Mercedes contra outras equipes da F1
#1 · 17 de junho de 2022, 21:02Citação de TelêSalvador em 17 de junho de 2022, 21:02
por Rodrigo França, de Montreal (Canadá)
O primeiro dia de disputa do GP do Canadá de F1 está apenas começando: na pista, Max Verstappen saiu na frente e liderou o primeiro treino livre no Circuit Gilles Villeneuve, que volta a receber a categoria desde 2019. O holandês também foi o líder na segunda atividade do dia.
Já a guerra pela nova polêmica da F1 está mais acirrada do que nunca, e opõe a Mercedes de Lewis Hamilton e George Russell contra a maioria das equipes, sobretudo as principais rivais Ferrari e Red Bull.
Isso porque ontem a FIA emitiu comunicado oficial que vai tomar providências para limitar os carros de 2022 para que o efeito colateral das novas regras aerodinâmicas (o chamado “porpoising”, o carro “quicando” em altas velocidades) afete a saúde dos pilotos.
“Não é uma questão de performance, é algo que vem em primeiro lugar, a segurança e nossa saúde”, disse Hamilton hoje na entrevista coletiva em Montreal, onde Gazeta Esportiva acompanha o GP do Canadá. Perguntado se conseguiria sair do carro depois do GP de Baku em 10 segundos (regra sobre segurança para acidentes com incêndio, por exemplo), o inglês foi taxativo: “não”.
Há também estudos que mostram que os pilotos podem ter danos cerebrais a médio e longo prazo, e também em suas colunas e vértebras.
Mas, se é uma questão de saúde e segurança, por que não mudar logo o regulamento? Quem está liderando o campeonato, claro, é contra. “Não vejo a questão como um problema, para nós é algo tranquilo”, fez questão de dizer Verstappen ao ser perguntado da situação.
Sainz e Leclerc, da Ferrari, que também estão na disputa do título, ainda foram além. “Cabe ao time prover um carro seguro e que não dê danos a seus pilotos”, provocou Leclerc.
A Mercedes garante que já mexeu na altura dos carros e que o problema continua. “Já tentamos de tudo e não funciona, não é apenas sobre performance, é sobre segurança e saúde”, repetiu Hamilton.
Fato é que vindo da equipe que dominou todas as temporadas entre 2014 e 2020 e em 2022, com as novas regras, se tornou apenas a terceira força do Mundial, a reclamação é vista no paddock como uma forma de mexer novamente nos carros e, assim, o time germânico reencontrar o caminho das vitórias.
Para os pilotos, no entanto, uma coisa é clara: mesmo que não haja nenhuma mudança, eles preferem o carro mais rápido do que um carro que provoque menos dores nas costas ou até mesmo danos cerebrais a longo prazo. “Isso é ser piloto de corrida, a gente sempre vai querer performance”, resumiu Sergio Perez.
O GP do Canadá de 2022 terá sua bandeirada neste domingo – mas a guerra nos bastidores pelo fim do “porpoising” está apenas começando.
It’s getting close at the top 
And there’s some surprises jumping up the order too
#CanadianGP #F1 https://t.co/C7i6NDHqpp
— Formula 1 (@F1) June 17, 2022
O post Guerra nos bastidores opõe Mercedes contra outras equipes da F1 apareceu primeiro em Gazeta Esportiva.
por Rodrigo França, de Montreal (Canadá)
O primeiro dia de disputa do GP do Canadá de F1 está apenas começando: na pista, Max Verstappen saiu na frente e liderou o primeiro treino livre no Circuit Gilles Villeneuve, que volta a receber a categoria desde 2019. O holandês também foi o líder na segunda atividade do dia.
Já a guerra pela nova polêmica da F1 está mais acirrada do que nunca, e opõe a Mercedes de Lewis Hamilton e George Russell contra a maioria das equipes, sobretudo as principais rivais Ferrari e Red Bull.
Isso porque ontem a FIA emitiu comunicado oficial que vai tomar providências para limitar os carros de 2022 para que o efeito colateral das novas regras aerodinâmicas (o chamado “porpoising”, o carro “quicando” em altas velocidades) afete a saúde dos pilotos.
“Não é uma questão de performance, é algo que vem em primeiro lugar, a segurança e nossa saúde”, disse Hamilton hoje na entrevista coletiva em Montreal, onde Gazeta Esportiva acompanha o GP do Canadá. Perguntado se conseguiria sair do carro depois do GP de Baku em 10 segundos (regra sobre segurança para acidentes com incêndio, por exemplo), o inglês foi taxativo: “não”.
Há também estudos que mostram que os pilotos podem ter danos cerebrais a médio e longo prazo, e também em suas colunas e vértebras.
Mas, se é uma questão de saúde e segurança, por que não mudar logo o regulamento? Quem está liderando o campeonato, claro, é contra. “Não vejo a questão como um problema, para nós é algo tranquilo”, fez questão de dizer Verstappen ao ser perguntado da situação.
Sainz e Leclerc, da Ferrari, que também estão na disputa do título, ainda foram além. “Cabe ao time prover um carro seguro e que não dê danos a seus pilotos”, provocou Leclerc.
A Mercedes garante que já mexeu na altura dos carros e que o problema continua. “Já tentamos de tudo e não funciona, não é apenas sobre performance, é sobre segurança e saúde”, repetiu Hamilton.
Fato é que vindo da equipe que dominou todas as temporadas entre 2014 e 2020 e em 2022, com as novas regras, se tornou apenas a terceira força do Mundial, a reclamação é vista no paddock como uma forma de mexer novamente nos carros e, assim, o time germânico reencontrar o caminho das vitórias.
Para os pilotos, no entanto, uma coisa é clara: mesmo que não haja nenhuma mudança, eles preferem o carro mais rápido do que um carro que provoque menos dores nas costas ou até mesmo danos cerebrais a longo prazo. “Isso é ser piloto de corrida, a gente sempre vai querer performance”, resumiu Sergio Perez.
O GP do Canadá de 2022 terá sua bandeirada neste domingo – mas a guerra nos bastidores pelo fim do “porpoising” está apenas começando.
It’s getting close at the top 
And there’s some surprises jumping up the order too
#CanadianGP #F1 https://t.co/C7i6NDHqpp
— Formula 1 (@F1) June 17, 2022
O post Guerra nos bastidores opõe Mercedes contra outras equipes da F1 apareceu primeiro em Gazeta Esportiva.
Clique para não gostei.0Clique para gostei.0
Guerra nos bastidores opõe Mercedes contra outras equipes da F1
Citação de TelêSalvador em 17 de junho de 2022, 21:02por Rodrigo França, de Montreal (Canadá)
O primeiro dia de disputa do GP do Canadá de F1 está apenas começando: na pista, Max Verstappen saiu na frente e liderou o primeiro treino livre no Circuit Gilles Villeneuve, que volta a receber a categoria desde 2019. O holandês também foi o líder na segunda atividade do dia.
Já a guerra pela nova polêmica da F1 está mais acirrada do que nunca, e opõe a Mercedes de Lewis Hamilton e George Russell contra a maioria das equipes, sobretudo as principais rivais Ferrari e Red Bull.
Isso porque ontem a FIA emitiu comunicado oficial que vai tomar providências para limitar os carros de 2022 para que o efeito colateral das novas regras aerodinâmicas (o chamado “porpoising”, o carro “quicando” em altas velocidades) afete a saúde dos pilotos.
“Não é uma questão de performance, é algo que vem em primeiro lugar, a segurança e nossa saúde”, disse Hamilton hoje na entrevista coletiva em Montreal, onde Gazeta Esportiva acompanha o GP do Canadá. Perguntado se conseguiria sair do carro depois do GP de Baku em 10 segundos (regra sobre segurança para acidentes com incêndio, por exemplo), o inglês foi taxativo: “não”.
Há também estudos que mostram que os pilotos podem ter danos cerebrais a médio e longo prazo, e também em suas colunas e vértebras.
Mas, se é uma questão de saúde e segurança, por que não mudar logo o regulamento? Quem está liderando o campeonato, claro, é contra. “Não vejo a questão como um problema, para nós é algo tranquilo”, fez questão de dizer Verstappen ao ser perguntado da situação.
Sainz e Leclerc, da Ferrari, que também estão na disputa do título, ainda foram além. “Cabe ao time prover um carro seguro e que não dê danos a seus pilotos”, provocou Leclerc.
A Mercedes garante que já mexeu na altura dos carros e que o problema continua. “Já tentamos de tudo e não funciona, não é apenas sobre performance, é sobre segurança e saúde”, repetiu Hamilton.
Fato é que vindo da equipe que dominou todas as temporadas entre 2014 e 2020 e em 2022, com as novas regras, se tornou apenas a terceira força do Mundial, a reclamação é vista no paddock como uma forma de mexer novamente nos carros e, assim, o time germânico reencontrar o caminho das vitórias.
Para os pilotos, no entanto, uma coisa é clara: mesmo que não haja nenhuma mudança, eles preferem o carro mais rápido do que um carro que provoque menos dores nas costas ou até mesmo danos cerebrais a longo prazo. “Isso é ser piloto de corrida, a gente sempre vai querer performance”, resumiu Sergio Perez.
O GP do Canadá de 2022 terá sua bandeirada neste domingo – mas a guerra nos bastidores pelo fim do “porpoising” está apenas começando.
It’s getting close at the top
And there’s some surprises jumping up the order too
#CanadianGP #F1 https://t.co/C7i6NDHqpp
— Formula 1 (@F1) June 17, 2022
O post Guerra nos bastidores opõe Mercedes contra outras equipes da F1 apareceu primeiro em Gazeta Esportiva.
por Rodrigo França, de Montreal (Canadá)
O primeiro dia de disputa do GP do Canadá de F1 está apenas começando: na pista, Max Verstappen saiu na frente e liderou o primeiro treino livre no Circuit Gilles Villeneuve, que volta a receber a categoria desde 2019. O holandês também foi o líder na segunda atividade do dia.
Já a guerra pela nova polêmica da F1 está mais acirrada do que nunca, e opõe a Mercedes de Lewis Hamilton e George Russell contra a maioria das equipes, sobretudo as principais rivais Ferrari e Red Bull.
Isso porque ontem a FIA emitiu comunicado oficial que vai tomar providências para limitar os carros de 2022 para que o efeito colateral das novas regras aerodinâmicas (o chamado “porpoising”, o carro “quicando” em altas velocidades) afete a saúde dos pilotos.
“Não é uma questão de performance, é algo que vem em primeiro lugar, a segurança e nossa saúde”, disse Hamilton hoje na entrevista coletiva em Montreal, onde Gazeta Esportiva acompanha o GP do Canadá. Perguntado se conseguiria sair do carro depois do GP de Baku em 10 segundos (regra sobre segurança para acidentes com incêndio, por exemplo), o inglês foi taxativo: “não”.
Há também estudos que mostram que os pilotos podem ter danos cerebrais a médio e longo prazo, e também em suas colunas e vértebras.
Mas, se é uma questão de saúde e segurança, por que não mudar logo o regulamento? Quem está liderando o campeonato, claro, é contra. “Não vejo a questão como um problema, para nós é algo tranquilo”, fez questão de dizer Verstappen ao ser perguntado da situação.
Sainz e Leclerc, da Ferrari, que também estão na disputa do título, ainda foram além. “Cabe ao time prover um carro seguro e que não dê danos a seus pilotos”, provocou Leclerc.
A Mercedes garante que já mexeu na altura dos carros e que o problema continua. “Já tentamos de tudo e não funciona, não é apenas sobre performance, é sobre segurança e saúde”, repetiu Hamilton.
Fato é que vindo da equipe que dominou todas as temporadas entre 2014 e 2020 e em 2022, com as novas regras, se tornou apenas a terceira força do Mundial, a reclamação é vista no paddock como uma forma de mexer novamente nos carros e, assim, o time germânico reencontrar o caminho das vitórias.
Para os pilotos, no entanto, uma coisa é clara: mesmo que não haja nenhuma mudança, eles preferem o carro mais rápido do que um carro que provoque menos dores nas costas ou até mesmo danos cerebrais a longo prazo. “Isso é ser piloto de corrida, a gente sempre vai querer performance”, resumiu Sergio Perez.
O GP do Canadá de 2022 terá sua bandeirada neste domingo – mas a guerra nos bastidores pelo fim do “porpoising” está apenas começando.
It’s getting close at the top
And there’s some surprises jumping up the order too
#CanadianGP #F1 https://t.co/C7i6NDHqpp
— Formula 1 (@F1) June 17, 2022
O post Guerra nos bastidores opõe Mercedes contra outras equipes da F1 apareceu primeiro em Gazeta Esportiva.