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#1 · 17 de junho de 2022, 14:00Citação de TelêSalvador em 17 de junho de 2022, 14:00
Após a vitória por 4 a 2 diante do Atlético-GO, nesta quinta-feira, o treinador do Palmeiras, Abel Ferreira, foi alvo de duras críticas do técnico adversário, o ex-lateral Jorginho. O comandante do Dragão disparou contra o português por “desrespeitar” o Brasil. Nas redes sociais, o Alviverde publicou nota oficial repudiando as falas às quais atribuiu cunho xenófobo.
Jorginho reclamou do comportamento de Abel Ferreira e de sua comissão e protestou pela falta de punição ao comandante palmeirense, que, segundo ele, faltou com respeito ao árbitro e ao Brasil.
“Me revolta como treinador, brasileiro, (Abel) vem no nosso país e está desrespeitando o nosso país. Chamou (o árbitro) de cego e nada aconteceu. Perdeu, é o choro do perdedor, mas quero deixar meu protesto”, disse após relatar reclamações que, segundo ele, mereciam represálias do árbitro.
Em nota nas redes sociais, o Verdão ressaltou as raízes imigrantes do clube para responder não só o treinador do Atlético-GO como outras declarações semelhantes recebidas por Abel Ferreira.
“A Sociedade Esportiva Palmeiras repudia com veemência as manifestações de cunho xenófobo que têm sido constantemente endereçadas à nossa comissão técnica. Nascemos pelas mãos de imigrantes que não somente fundaram um dos clubes mais vitoriosos do mundo, como também contribuíram com a formação da sociedade brasileira e da identidade nacional. A nossa história de 107 anos foi construída por jogadores, profissionais e torcedores de diferentes nacionalidades e etnias, sem distinção. Portanto, não toleramos declarações preconceituosas que incitem a aversão a estrangeiros. Nossos gramados não são feudos reservados a pessoas de um só país. Pelo contrário, neles há espaço para todos que tenham vontade e capacidade de melhorar o futebol brasileiro”, publicou.
Recentemente, Abel Ferreira confessor sentir-se perseguido pela arbitragem. Em coletiva depois da partida contra o Atlético-MG, o português revelou ter recebido cartão por dizer apenas “é falta” após uma dividida e, a partir disso, afirmou que começa a desconfiar de uma suposta perseguição.
A Sociedade Esportiva Palmeiras repudia com veemência as manifestações de cunho xenófobo que têm sido constantemente endereçadas à nossa comissão técnica.
— SE Palmeiras (@Palmeiras) June 17, 2022
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Após a vitória por 4 a 2 diante do Atlético-GO, nesta quinta-feira, o treinador do Palmeiras, Abel Ferreira, foi alvo de duras críticas do técnico adversário, o ex-lateral Jorginho. O comandante do Dragão disparou contra o português por “desrespeitar” o Brasil. Nas redes sociais, o Alviverde publicou nota oficial repudiando as falas às quais atribuiu cunho xenófobo.
Jorginho reclamou do comportamento de Abel Ferreira e de sua comissão e protestou pela falta de punição ao comandante palmeirense, que, segundo ele, faltou com respeito ao árbitro e ao Brasil.
“Me revolta como treinador, brasileiro, (Abel) vem no nosso país e está desrespeitando o nosso país. Chamou (o árbitro) de cego e nada aconteceu. Perdeu, é o choro do perdedor, mas quero deixar meu protesto”, disse após relatar reclamações que, segundo ele, mereciam represálias do árbitro.
Em nota nas redes sociais, o Verdão ressaltou as raízes imigrantes do clube para responder não só o treinador do Atlético-GO como outras declarações semelhantes recebidas por Abel Ferreira.
“A Sociedade Esportiva Palmeiras repudia com veemência as manifestações de cunho xenófobo que têm sido constantemente endereçadas à nossa comissão técnica. Nascemos pelas mãos de imigrantes que não somente fundaram um dos clubes mais vitoriosos do mundo, como também contribuíram com a formação da sociedade brasileira e da identidade nacional. A nossa história de 107 anos foi construída por jogadores, profissionais e torcedores de diferentes nacionalidades e etnias, sem distinção. Portanto, não toleramos declarações preconceituosas que incitem a aversão a estrangeiros. Nossos gramados não são feudos reservados a pessoas de um só país. Pelo contrário, neles há espaço para todos que tenham vontade e capacidade de melhorar o futebol brasileiro”, publicou.
Recentemente, Abel Ferreira confessor sentir-se perseguido pela arbitragem. Em coletiva depois da partida contra o Atlético-MG, o português revelou ter recebido cartão por dizer apenas “é falta” após uma dividida e, a partir disso, afirmou que começa a desconfiar de uma suposta perseguição.
A Sociedade Esportiva Palmeiras repudia com veemência as manifestações de cunho xenófobo que têm sido constantemente endereçadas à nossa comissão técnica.
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Palmeiras repudia “manifestações de cunho xenófobo” de Jorginho sobre Abel Ferreira
Citação de TelêSalvador em 17 de junho de 2022, 14:00Após a vitória por 4 a 2 diante do Atlético-GO, nesta quinta-feira, o treinador do Palmeiras, Abel Ferreira, foi alvo de duras críticas do técnico adversário, o ex-lateral Jorginho. O comandante do Dragão disparou contra o português por “desrespeitar” o Brasil. Nas redes sociais, o Alviverde publicou nota oficial repudiando as falas às quais atribuiu cunho xenófobo.
Jorginho reclamou do comportamento de Abel Ferreira e de sua comissão e protestou pela falta de punição ao comandante palmeirense, que, segundo ele, faltou com respeito ao árbitro e ao Brasil.
“Me revolta como treinador, brasileiro, (Abel) vem no nosso país e está desrespeitando o nosso país. Chamou (o árbitro) de cego e nada aconteceu. Perdeu, é o choro do perdedor, mas quero deixar meu protesto”, disse após relatar reclamações que, segundo ele, mereciam represálias do árbitro.
Em nota nas redes sociais, o Verdão ressaltou as raízes imigrantes do clube para responder não só o treinador do Atlético-GO como outras declarações semelhantes recebidas por Abel Ferreira.
“A Sociedade Esportiva Palmeiras repudia com veemência as manifestações de cunho xenófobo que têm sido constantemente endereçadas à nossa comissão técnica. Nascemos pelas mãos de imigrantes que não somente fundaram um dos clubes mais vitoriosos do mundo, como também contribuíram com a formação da sociedade brasileira e da identidade nacional. A nossa história de 107 anos foi construída por jogadores, profissionais e torcedores de diferentes nacionalidades e etnias, sem distinção. Portanto, não toleramos declarações preconceituosas que incitem a aversão a estrangeiros. Nossos gramados não são feudos reservados a pessoas de um só país. Pelo contrário, neles há espaço para todos que tenham vontade e capacidade de melhorar o futebol brasileiro”, publicou.
Recentemente, Abel Ferreira confessor sentir-se perseguido pela arbitragem. Em coletiva depois da partida contra o Atlético-MG, o português revelou ter recebido cartão por dizer apenas “é falta” após uma dividida e, a partir disso, afirmou que começa a desconfiar de uma suposta perseguição.
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Após a vitória por 4 a 2 diante do Atlético-GO, nesta quinta-feira, o treinador do Palmeiras, Abel Ferreira, foi alvo de duras críticas do técnico adversário, o ex-lateral Jorginho. O comandante do Dragão disparou contra o português por “desrespeitar” o Brasil. Nas redes sociais, o Alviverde publicou nota oficial repudiando as falas às quais atribuiu cunho xenófobo.
Jorginho reclamou do comportamento de Abel Ferreira e de sua comissão e protestou pela falta de punição ao comandante palmeirense, que, segundo ele, faltou com respeito ao árbitro e ao Brasil.
“Me revolta como treinador, brasileiro, (Abel) vem no nosso país e está desrespeitando o nosso país. Chamou (o árbitro) de cego e nada aconteceu. Perdeu, é o choro do perdedor, mas quero deixar meu protesto”, disse após relatar reclamações que, segundo ele, mereciam represálias do árbitro.
Em nota nas redes sociais, o Verdão ressaltou as raízes imigrantes do clube para responder não só o treinador do Atlético-GO como outras declarações semelhantes recebidas por Abel Ferreira.
“A Sociedade Esportiva Palmeiras repudia com veemência as manifestações de cunho xenófobo que têm sido constantemente endereçadas à nossa comissão técnica. Nascemos pelas mãos de imigrantes que não somente fundaram um dos clubes mais vitoriosos do mundo, como também contribuíram com a formação da sociedade brasileira e da identidade nacional. A nossa história de 107 anos foi construída por jogadores, profissionais e torcedores de diferentes nacionalidades e etnias, sem distinção. Portanto, não toleramos declarações preconceituosas que incitem a aversão a estrangeiros. Nossos gramados não são feudos reservados a pessoas de um só país. Pelo contrário, neles há espaço para todos que tenham vontade e capacidade de melhorar o futebol brasileiro”, publicou.
Recentemente, Abel Ferreira confessor sentir-se perseguido pela arbitragem. Em coletiva depois da partida contra o Atlético-MG, o português revelou ter recebido cartão por dizer apenas “é falta” após uma dividida e, a partir disso, afirmou que começa a desconfiar de uma suposta perseguição.
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